Marcado pela falta de ética no cenário político nacional, o ano de 2005 já vai sem deixar saudades.
Para nós que lidamos com a causa do portador de deficiência, muito pouco temos a comemorar. Além do corte de verba e o achatamento dos recursos para a nossa área, vemos a política de assistência social regredir. O mesmo podemos falar da poítica de educação especial, sem rumo e conflitante com os anseios de instituições historicamente comprometidas com a causa como as Apaes e Pestalozzi.
Esperamos de coração que 2006 seja um ano diferente. Que finalmente, possamos comemorar um ano novo, com uma nova política de assistência social e que o Fundeb ( Fundo de Desenvolvimento do Ensino Básico) vire realidade e beneficie também as nossas instituições.
A comemorar, só mesmo os 80 anos do movimento Pestalozziano que, no Congresso da Fenasp realizado em nossa sede, mostrou toda a força e pujança de nosso trabalho, unido de Norte a Sul em um só ideal, o de servir aqueles mais necessitados e de dar justiça e solidariedade a quem nos procura.
Um 2006 de trabalho e esperança para todos.