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Programas Especiais
Programa de Atendimento a Autistas
e Psicóticos - PAPs
Criado
em 1997 como projeto, o PAPs tornou-se um programa bem sucedido, atendendo a
uma demanda de crianças e adolescentes, de 3 a 14 anos, que apresentam
sintomatologia dentro da esfera neuropsiquiátrica, notadamente a Síndrome do
Autismo. O perfil do serviço é menos médico e mais psicoeducacional, sem
desconsiderar o apoio de profissionais de saúde mental. Com muitas parcerias
externas e internas, o programa insiste num modelo em que a família é o agente
prioritário do processo, tendo sido criada uma ONG - a Associação de Pais dos
Autistas de Niterói - em decorrência do trabalho. Em 2002 foram ocupadas 15
vagas do Programa.
Programa de Atenção a Portadores
de Altas Habilidades
Programa
foi iniciado com 6 alunos provenientes da rede de ensino de Niterói, tanto
pública quanto privada, bem como de crianças encaminhadas por profissionais de
saúde. Desses, somente um demonstrou perfil compatível com altas habilidades e
vem sendo acompanhado, assim como sua família. No ano de 2002, todos os
protocolos de avaliação foram concluídos, incluindo o de entrevista à família,
o questionário a ser preenchido pela Escola de origem, além das avaliações
específicas dos alunos. Para 2003, pretende-se dar andamento aos programas de
desenvolvimento de habilidades específicas e programas de participação
comunitária.
Programa Educacional de Atividades
Psicomotoras
Programa
de Atividades Psicomotoras - PEAP, atendeu 16 crianças de 5 a 12 anos, com
alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, que tenham ou não passado por um
Programa de Estimulação Precoce e que ainda necessitem de acompanhamento na 2ª
infância, numa proposta diferenciada com um objetivo terapêutico global pautado
na reeducação psicomotora. O PEAP oferece atendimento psicopedagógico e
psicomotor às crianças através de atendimento multidisciplinar, visando
estimular o seu desenvolvimento global, favorecendo a adequação afetivo
emocional, tendo como objetivo final a parceria na inclusão da criança em seu
núcleo social (família, escola e comunidade).
Centro de Orientação
Infanto-Juvenil - COIJOC
Articulado
à Unidade de Educação Básica, o Centro de Orientação Infanto-Juvenil
desenvolveu estratégias que otimizaram o atendimento de 122 jovens das escolas
da comunidade com dificuldades de aprendizagem, dando-lhes orientação e apoio
através de uma equipe multidisciplinar composta de profissionais, voluntários e
estagiários. Visando o aprimoramento deste pessoal, o COIJOC deu continuidade
ao seu Programa de Capacitação Interna próprio e ao processo de Avaliação de
Desempenho dos técnicos e funcionários envolvidos.
Além de
sua função regular como Sala de Recursos, o Centro fez uso de outros espaços
terapêuticos, como a Sala de Leitura, a Brinquedoteca, o Parquinho e o Pólo
Esportivo. Em 2002, o Programa Parcerias foi ampliado com
a participação de 40 escolas. Realizou-se ainda a segunda versão do evento
Portas Abertas às Escolas , sob o tema "A importância do brincar", com a
presença de representantes de 14 escolas. No período de férias, foi mantido o
Programa Janeiro Legal que garantiu a freqüência dos assistidos. Já a Oficina
de Comércio, realizada nas versões Inverno e Natal, rendeu lucros financeiros
aplicados em passeios e na compra de equipamentos e jogos. Implantadas às
pressas para atender a chegada dos novos pacientes, as Oficinas Terapêuticas
serão incorporadas à rotina a partir de 2003.
Como
meta principal do COIJOC para 2003, destaca-se o Projeto
Para que essa rua seja nossa
para pacientes de 7 a 16 anos com dificuldades de aprendizagem.
Outras
metas são a implantação do Programa de Recuperação Paralela e do Programa de
Alfabetização de Adultos.
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