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Com uma proposta inclusiva, o CEHA educa crianças na
sua Unidade de Educação Básica - a Escola - e profissionaliza jovens no seu
Centro de Educação Profissional, além de formar técnicos de Enfermagem através
da sua Unidade de Educação Profissional Técnica. Ao longo do tempo desenvolveu
projetos que se tornaram Programas e novos Centros.
A Escola -
Unidade de Educação Básica
Esta Unidade funciona como Escola
Inclusiva atendendo a 145 alunos com idade de 3 a 16 anos distribuídos em dois
turnos, em turmas de 10 alunos no máximo, nos níveis de Educação Infantil e
Ensino Fundamental Seriado e Não-Seriado, além das turmas do Programa de
Atividades Psicomotoras (PEAP). Os alunos contam com atendimento médico e
terapêutico gratuito adequado às suas necessidades. Um serviço de Psicologia
específico para a Escola opera com a participação de estagiários
supervisionados e um voluntário. A longa fila de espera espelha a credibilidade
do Projeto Político-Pedagógico da Escola junto à comunidade, sendo sua meta
atender esta demanda.
Sob o tema "Meio Ambiente" o
Laboratório de Informática iniciou seu trabalho junto aos alunos, desenvolvendo
a dimensão cogno-perceptivo disciplinar com a utilização dos aplicativos do
Microsoft Office, em torno dos Projetos Informativo Mensal e Datas
Comemorativas, cujos resultados se materializaram na elaboração de trabalhos
para o Dia dos Pais, na digitação e formatação de trabalhos escolares, na arte
gráfica dos convites de formatura da Classe de Alfabetização e na preparação de
cartões concorrentes do projeto Concurso de Desenhos de Natal.
As atividades de Dança na Escola
resultaram na criação de grupos de Dança de Salão para os alunos adolescentes.
O atendimento na Brinquedoteca
favoreceu muitas turmas da Escola, crianças de outros centros (COIJOC) e outros
setores, numa proposta não só lúdica, mas também de atividades corporais, de
atenção, de concentração, além dos atendimentos individualizados nas áreas de
Psicopedagogia e Psicomotricidade.
O Projeto Casa das Mães ou Casa da
Família, em parceria com o Serviço Social, manteve uma integração constante com
esta Unidade na medida em que são as mães dos alunos as participantes do
projeto que se destina ao aprendizado de trabalhos manuais, culinária e
práticas de artesanato visando a criação de mecanismos de auxílio à sustentação
familiar gerados através da venda dos artigos nos chalés da Instituição.
Em destaque ficaram as competições
esportivas de que participaram os alunos em diversas cidades do Brasil, com
resultados animadores para o Esporte da Pessoa Portadora de Deficiência.
Durante todos os meses do ano de 2002, equipes da Escola estiveram em Vitória,
Guarujá, São Caetano do Sul, Sorocaba, Rio de Janeiro (na Mangueira e no
Maracanã), Nova Iguaçu, Magé, Volta Redonda, além da participação em
campeonatos realizados em Niterói no Pólo Esportivo da SPERJ, de caráter
interno ou em intercâmbio com outras escolas da comunidade.
Os professores e técnicos da Escola se
aprimoraram em Curso de Capacitação em Educação Especial (FENASP-ESEHA), em
Curso de Capacitação de Professores para Portadores de Necessidades
Especiais(Centro de Estudos da SPERJ), em Curso de Agentes de defesa dos
Direitos da Criança e do Adolescente e em Curso de Déficit de Atenção e
Hiperatividade.
Também participaram de eventos de
aprimoramento profissional como a Jornada de Desenvolvimento Infantil, o 10o-
Congresso da FENASP e o Fórum "A Cidade de Niterói e os Portadores de
Deficiência".
Programas
Especiais
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